Instituto Ambiental do Paraná promove oficina sobre restauração ecológica
26/10/2018
O Instituto Ambiental do Paraná, promoveu nesta semana a primeira Oficina sobre Restauração Ecológica no Estado do Paraná, organizado pela Diretoria de Restauração e Monitoramento Florestal do IAP, juntamente com o Laboratório de Ecologia Vegetal da UFPR. O objetivo foi discutir e estabelecer critérios para as regulamentações necessárias em imóveis rurais no Estado, especialmente na recuperação de áreas degradadas e alteradas. O Paraná possui 433 mil imóveis rurais com o CAR, Cadastro Ambiental Rural, que estão registrados no Sicar, Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural, correspondendo a quase 16 mil e 700 hectares. Desde junho do ano passado, o IAP está realizando a análise do CAR e posteriormente vai notificar os proprietários e possuidores de imóveis rurais para a regularização ambiental. O evento foi constituído por um ciclo de palestras, tendo início com a apresentação do panorama do Programa de Regularização Ambiental no âmbito do Estado e as perspectivas futuras, ministrada pelo diretor de Restauração e Monitoramento Florestal do IAP, Francelo Mognon. Segundo ele, o objetivo é dar condições para que os proprietários rurais consigam a regularização das áreas.// SONORA FRANCELO MOGNON.//
Nas palestras seguintes, foram apresentados modelos de restauração que são utilizados nas diferentes fitofisionomias que ocorrem no bioma Mata Atlântica. Para concluir, os participantes foram divididos em grupos de discussão, havendo assim a interação e compartilhamento de conhecimento para a construção dos documentos técnicos necessários para a regularização ambiental, o qual constitui em Chave de Tomada de Decisão para apoio na escolha do método de restauração, Lista de Espécies Nativas, Critérios Técnicos para Restauração Ecológica em Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal, e Indicadores Ecológicos de Monitoramento. O encontro contou com a participação de técnicos de diferentes instituições. (Repórter: Wyllian Soppa)
Nas palestras seguintes, foram apresentados modelos de restauração que são utilizados nas diferentes fitofisionomias que ocorrem no bioma Mata Atlântica. Para concluir, os participantes foram divididos em grupos de discussão, havendo assim a interação e compartilhamento de conhecimento para a construção dos documentos técnicos necessários para a regularização ambiental, o qual constitui em Chave de Tomada de Decisão para apoio na escolha do método de restauração, Lista de Espécies Nativas, Critérios Técnicos para Restauração Ecológica em Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal, e Indicadores Ecológicos de Monitoramento. O encontro contou com a participação de técnicos de diferentes instituições. (Repórter: Wyllian Soppa)